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Rutilismo


Cotas para Ruivos?
Por: Erich A. Gerhardt

Indago, pois, onde estariam os benfeitores de plantão, aqueles que sempre estão dispostos a lutar pelas “minorias” oprimidas. Senhores engajados em fazer significativas melhorias  sociais, e tornar o país igualitário, por que não defendem a causa do rutilismo?
Estes que estão tão dispostos a pico-tear as vagas de universidades publicas, preenchimento de cargos e empresas em cotas raciais, no intuito de tentar “reparar” erros históricos, por que não destinam estas mesmas vagas (também) a uma das minorias mais discriminadas ao longo da historia?
Eles que foram queimados e enterrados  vivos no Egito antigo, pois eram tidos como símbolos de azar; foram perseguidos pelos germânicos, onde se acreditava que eram bruxos. Por que esses não tem direito a cotas?
O motivo parece bem obvio: as cotas raciais no Brasil não tem a ver com erros passados; tem, sim, conexão direta com a mentalidade politiqueira de nossos governantes que fazem todo tipo de artimanha para obter votos.


Referência: http://janeentrelinhas.blogspot.com/2009/03/rutilismo-beleza-ruiva.html

O Exercício da Filosofia


O FILÓSOFO E A JUVENTUDE

Muitas são as idéias construídas em torno da figura do filósofo. Figura mal compreendida no decorrer da historia. Constroem imagens, algumas corretas, outras equivocadas e preconceituosas.
A primeira idéia é que o filósofo é um homem velho que tem bastante maturidade e sabedoria. A maturidade e sabedoria não dependem essencialmente da idade, pois, se fosse assim, não teríamos tantos velhos tolos, avarentos, aduladores e insensatos como em nossos dias. Só trilharam o caminho da sabedoria aqueles que levam a vida a sério e não são seduzidos pela marcha e turbulência duma falsa modernidade. Só é moderno quem sabe, e o saber foi dado a poucos.
Nosso tempo está entregue nas mãos de rapina, de hiena, dos lobos e de toda sorte de petrificação e mentira. Raro são aqueles que não estão envolvidos direto ou indiretamente com a podridão que corrompe as mentes. No nosso tempo a juventude é uma mercadoria de alta qualidade, qualquer idéia que coloque em cheque os ovos de ouro do sistema econômico, no nosso caso a juventude, tida como retrógada e pedante.  A maneira de pensar, de vestir, comprar, o sabor da comida, a música que se deve ouvir, a religião a professar, tudo que engloba o mundo material, simbólico e cultural dos sujeitos está sob controle desse sistema perverso e cruel.
Nessa lógica, velhos, jovens e crianças são envolvidos como numa telha de aranha, formando uma só massa de consumidores, controlados sem direito e escolha por uma ideologia sustentada pelos meios de comunicação de massa que  trabalham dia e noite, poluindo as mente s escravizando as consciências, com uma falsa liberdade de escolha. Lógico que essa escolha tem que está sob a égide do consumo, esse tirano do século XXI.
      O exercício do filosofar não depende da idade nem tão pouco de condições materiais, mas exclusivamente da necessidade de pensar a vida, a existência e, sobretudo, estar inconformado com a maneira de viver sob os grilhões de um sistema perverso, que nos rouba a liberdade de escolher e trilhar nosso próprio caminho. Sejamos sujeitos livres e não meros consumidores. Viva o pensar, pois a vida é breve.

Prof. Gilson Rodrigues
Filósofo?Sociólogo

Pedofilia




Pedofilia

A pedofilia é uma das oito parfilias, das quais é a única considerada ilegal quando consumada. Esta consiste na atração sexual por indivíduos que ainda se encontram no estagio pré-pubere, ou seja, não tem o corpo ou os genitais completamente desenvolvidos.
A pedofilia não consiste apenas na cópula. Considera-se ato abusivo toda ação onde a criança é tida como objeto de erogenização, por um adulto ou uma criança mais velha, a citar: o tato erótico e/ou forçar a criança a presenciar cenas de sexo.
Alguns estudiosos estimam que um quarto dos pedófilos foram molestados quando eram crianças e que 70% dos casos de abusos são cometidos por parentes próximos como tios, irmãos, pais, etc. O abuso sexual na infância gera danos irreparáveis à personalidade das vítimas que não receberem acompanhamento profissional adequado. Mesmo na vida adulta são incapazes de superar, estes danos podem ser:
* Depressão; tentativa de cometer suicídio; alienação; sintomas de transtorno do estresse pós-traumático; comportamentos não saudáveis em relação à comida: jejum, vômito, abuso de remédios para emagrecer, comer demais; relacionamentos tensos com a família, amigos e companheiros; contato menos freqüente com amigos e parentes; menor probabilidade de casar. 
Segundo alguns autores, tais atos podem, “podemos falar em constrangimento ilegal (art. 146 do CP), ameaça (art. 147 do CP), seqüestro e cárcere privado (art. 148 do CP), lesões corporais (art. 129 do CP) etc. Quanto aos abusos sexuais, utilizamos os dispositivos referentes aos crimes contra os costumes, como estupro e atentado violento ao pudor (art. 213 e ss. do CP). Dependendo da idade da vítima, a qual, em regra, é menor de 14 anos, pode restar configurada a presunção de violência (art. 224 do CP), o que torna a sanção mais severa. Em caráter especial, no combate à veiculação da pornografia infantil, contamos com o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n. 8.069/90), restando, ainda, as leis referentes ao Crime Organizado (Lei n. 9.034/90) e à Lavagem de Dinheiro (Lei n. 9.613/98), que podem ser utilizadas diante de organizações criminosas. Nem mesmo esse emaranhado de normas, porém, dá conta do problema. Por não serem tipos penais específicos aos casos, os autores dos fatos muitas vezes conseguem se furtar das acusações.”
Adaptação: Erich Gerhardt
Créditos:
Adaptação Texto: http://www.escritorioonline.com/webnews/noticia.php?id_noticia=7371&
Foto: http://padom.com.br/wp-content/uploads/2011/04/pedofilia.jpg

Homossexualidade


Homossexualidade
Apesar do termo homossexualismo ser largamente utilizado, esta é uma designação incorreta, pois esta era a forma usada pela Organização Mundial da Saúde para descrever este fenômeno quando ainda se acreditava que tal fato fosse uma patologia.
As formas adequadas para se referir são: homoafetividade, homoerotismo e homossexualidade.
A homoafetividade é caracterizada pela atração sexual entre indivíduos do mesmo sexo.
Não há um parecer científico ou psiquiátrico conclusivo sobre as causas da homoafetividade; talvez ela seja tão comum e natural como a heterossexualidade, como nos faz inferir a pesquisa realizada pelo renomadíssimo sexólogo Alfred Kinsey, realizada entre as décadas de 30 e 40, nos Estados Unidos, cujo resultado revelou que 67% da população já tinha tido algum tipo de relação homoerótica.
Ao contrario do que afirmam alguns, a homossexualidade pode não ser um modismo, pois é possível destacar inúmeros períodos da história cuja prática pode ser observada, a exemplo das observadas no Império Romano, na Grécia e Egito Antigo.
Extremistas justificam suas posturas dizendo que este é um ato antinatural. O interessante é que esta mesma prática nota-se no reino animal, as fêmeas de uma espécie nipônica de babuínos copulam entre si. Podemos citar também os machos dos leões marinhos que, quando não conseguem acasalar com as fêmeas, satisfazem sua libido com os machos mais novos.
Fala-se em imoralidade. Pode-se julgar imoral uma decisão feita por duas pessoas adultas, desde que estas não acometam os direitos de terceiros?
Sem dúvida este é um assunto que ainda vai gerar muita controvérsia. Não há opiniões certas ou erradas sobre este tema; é preciso, no entanto, abolir qualquer espécie de discriminação, respeitado as pessoas mesmo quando elas não se enquadram em nossos paradigmas de normalidade.
Erich Gerhardt